Sociólogo - Escritor

"La Casa de la Magdalena" (1977), "Essays of Resistance" (1991), "El destino de Norte América", de José Carlos Mariátegui. En narrativa ha escrito la novela "Secreto de desamor", Rentería Editores, Lima 2007, "Mufida, La angolesa", Altazor Editores, Lima, 2011; "Mujeres malas Mujeres buenas", (2013) vicio perfecto vicio perpetuo, poesía. Algunos ensayos, notas periodísticas y cuentos del autor aparecen en diversos medios virtuales. Jorge Aliaga es peruano-escocés y vive entre el Perú y Escocia.

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7 de abril de 2015

COMO VENTO A ALMA

Traducción del castellano por Ana Claudia Trierweiler
Tradução castelhano por Ana Claudia Trierweiler


Poema de Jorge Aliaga

Encontraste como vento a alma,
redemoinho,
Para acariciar minhas dores,
botinhas irlandesas repicando,
meu coração enfermo.
Quanto pode durar um vendaval.
Inesperado.
Suspensivo.
Olhar negro de luz branca e negra,
Figura etérea,
Cabeleira africana, campainhas.
Voltaste.
Oh semanal espera!
O professor espera,
chegaste, vento sorrindo,
sentou-se nessa sala de dor,
mágoa e morte.
Ponham seus dicionários sobre a carteira!
Hoje vamos conjugar o verbo SER.
Sou
Es
É
Somos.
Quem sou coração?
Diga-me tu, vento.
Tuas mãozinhas se agitavam.
Dicionário, páginas, felizes,
e meu coração chorava a tua alegria.
Voaste, há uma de tuas estrelas,
minha alma ficou com a recordação,
botinhas marrons,
canelas abrazadas,
entrelaçadas por passadores gastado,
como minha espera.
Desde esse dia busquei o zéfiro,
sussurro de tua brisa.
Furacão de tua boca que nunca
roçou minha boca.
Quis Deus um dia,
que minha dor se convertesse em tufão,
busquei,
te encontrei,
chuvas,
nos unimos em trovão,
choramos,
e juntos voamos motivos de alegrias e desenganos.
Ai de mim, coração!

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